E as borboletas continuam..
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Essa sua ausência, que de tão ausente se torna presente.. E essa quase presença sua em todos os lugares e cantos, que os fazem perder os encantos por me lembrar dos encontros.. encontros de olhares, encontros de mãos, e agora encontros dos nãos.
O seu fantasma dorme em minha cama todas as noites, mas eu tento te abraçar e não consigo, e essa espera a cada vez mais me desespera. Seus vai-e-véns, em todos os sentidos só me confundem e excitam. Quero que vás e quero que venhas. Quero que vá-e-venha. Movimento. Movimento é vida, movimento sou eu, e você. Pode ir, meu bem, mas vê se não demora..
O seu fantasma dorme em minha cama todas as noites, mas eu tento te abraçar e não consigo, e essa espera a cada vez mais me desespera. Seus vai-e-véns, em todos os sentidos só me confundem e excitam. Quero que vás e quero que venhas. Quero que vá-e-venha. Movimento. Movimento é vida, movimento sou eu, e você. Pode ir, meu bem, mas vê se não demora..
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
Eu me cansei de ser você.. ouvir as suas músicas preferidas, comer seus pratos prediletos, fingir que gosto do que você faz e arrumar pretextos pra aparecer nos lugares que você frequenta.. Estou perdendo minha identidade, e é a única maneira de estar perto de você.
Se for comprovado que opostos se atraem, cometo mais um suicídio.
Se for comprovado que opostos se atraem, cometo mais um suicídio.
E me sinto assim, talvez porque realmente esteja. Nua. Crua. Completamente fragilizada. Vulnerável. Inconstante.
Chegamos ao limite de minha intimidade. Não há mais por onde percorrer.. Quero e tento, mas não consigo mais me esconder.. Minhas necessidades são claramente evidentes. Suspiros.
Chega de filtrar sentimentos que são bonitos. Sinceros.. Urgentes!
Me deixa te olhar?
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Eu tinha, eu tenho, certas necessidades..
Como se tua saliva pudesse matar a minha sede, eu me afogava em tua boca, e indo ao teu encontro, devoráva-te para matar minha fome. Um suprindo o desejo imediato do outro, e assim, o seu próprio. Quase que instintivo, era uma certeza não pensada.
Os braços e pernas se confundiam e formavam nós. Criamos laços.
Soltamos as amarras mas vivemos entrelaçando nossas vidas, nossos membros, troncos e sentimentos....
Você é minha raiz, eu sou sua flor.
Como se tua saliva pudesse matar a minha sede, eu me afogava em tua boca, e indo ao teu encontro, devoráva-te para matar minha fome. Um suprindo o desejo imediato do outro, e assim, o seu próprio. Quase que instintivo, era uma certeza não pensada.
Os braços e pernas se confundiam e formavam nós. Criamos laços.
Soltamos as amarras mas vivemos entrelaçando nossas vidas, nossos membros, troncos e sentimentos....
Você é minha raiz, eu sou sua flor.
Quanta covardia! Me olhar singelamente com esses olhinhos pequenos, dar aquele sorrisinho de leve com esses dentes alinhadinhos fazendo aparecer aquela covinha gostosa no meio da bochecha.. Quanta covardia! Entrelaçar seus dedos nos meus, fazer carinho nos meus cabelos, me embebedar com seu perfume... Quanta covardia! Me abraçar tão forte a ponto de eu sentir seu coração empurrando o meu, sussurar doces palavras no meu ouvido e dar mordiscadinhas no pescoço.. Quanta covardia! Me fazer mergulhar no seu beijo, sonhar mais alto que as nuvens e me colocar borboletas na barriga.. Quanta covardia! Eu te amar tanto assim, e não ser o suficiente..
c'est la vie!
c'est la vie!
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
O problema não é sua ausência em si, mas sim a própria ausência dela, ou melhor dizendo, sua presença. Cada esquina me traz uma lembrança. Um acariciar de mãos, um sorriso torto, um balançar de cabelos... até mesmo em minha cama, dorme seu fantasma, e eu acordo ainda sonhando em me deparar com seus olhinhos pequenos, menores ainda por causa do sono.. E sonho.. sonho, e sonho.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Você vêm e vai vagando com o vento veloz. Vibrante vou te ver, vestindo vestido vermelho vistoso. Volátil, volúvel. Venero-te. Visto-te de vitórias, mas vontades viraram vazios. Verdades. Vejo vultos e várias vozes. Vampirizada, vacino-me de teu veneno. Viril, vital, vilão. Vicío-me. Vendo-me. Vaidade se vai... Vôo. Viajo e volto em vão. Sou vulcão. Velha. Vergonha. Violentada venho à varanda. Vertigem. Vejo verde, vida.
Você vêm e eu vivo. Você vai, eu velo.. viúva. Você volta?
Vendaval.
Você vêm e eu vivo. Você vai, eu velo.. viúva. Você volta?
Vendaval.
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